Armadura de Lira

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Armadura de Lira

Mensagem  Harumitsu em Dom Fev 12, 2012 10:21 am

Gostaria de me candidatar a armadura de Lira
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Re: Armadura de Lira

Mensagem  Athena em Dom Fev 12, 2012 12:46 pm

Sete dias.
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Re: Armadura de Lira

Mensagem  Harumitsu em Ter Fev 14, 2012 10:42 pm

Nome: Harumitsu Ishibashi Miller
Armadura: Lira
Sexo: masculino
Data de nascimento: 17 de novembro de 1979
Nacionalidade: Japão
Local de treinamento: Ilhas do Pacífico
Signo: escorpião
Idade: 23

Personalidade: Normalmente calmo, procura sempre ser educado, possui natural elegância. Como a maioria dos japoneses, Harumitsu, é uma pessoa reservada, mas pode ser muito simpático e divertido quando se acostuma com alguém. Gosta de ler e tomar chá, além de cuidar de seus bonsai, entre outros costumes nipônicos. Quando deve tomar uma decisão importante recorre ao silêncio e isolamento por alguns dias, não gosta de decisões precipitadas. Orgulhoso, luta pelos seus ideais, podendo desagradar alguns.
Aparência: Traços delicados e pele alva. Cabelo preto, um pouco abaixo do ombro, olhos azuis herdados do pai. Sempre sereno.
Observações Especiais: capaz de compor músicas que acalmam, podendo alterar o humor de alguém, além de sentir como a pessoa está. Conhecimento em ervas, e grande sabedoria consequente das horas dedicadas em livros.

História:
Nasceu em Fukui, região Chubu do Japão, onde cresceu normalmente com seus pais. Sua mãe era japonesa, se mudara cidade ao engravidar dele, saindo de Hiroshima, por ela ter nascido pouco antes da guerra sua saúde fora afetada pela radioatividade. Seu pai era norte americano, por não sentirem-se a vontade na cidade de Hiroshima decidiram migrar. Desde pequeno conseguia diferenciar facilmente o humor de alguém, ou como a pessoa se sentia, ainda que fosse tímido. Como todas as outras crianças teve aulas de música desde cedo na escola, sendo sempre destaque entre todos por escolher a lira como instrumento de estudo, enquanto que a maioria ficava apenas na flauta e piano. Costumava dizer que a música era uma forma de expressar, podia tanto acalmar quanto irritar.
Era mais um fim de tarde após as aulas, voltava sozinho com seus sete anos, quando avistou uma mulher chorando, sentada na escada da margem de um rio. Não gostava de ver pessoas tristes, logo se aproximou da mulher, reconhecendo-a como dona de um pequeno mercado local. Não costumava falar com as pessoas, porém bastava sentir algo errado que logo estava a tentar ajudar. Perguntou-lhe o motivo e a mesma dissera que havia perdido seu filho em um grave acidente de carro. Via a tristeza nos olhos daquela mulher, era como se pudesse sentir a aflição e isso fazia com que quisesse ao menos reconfortá-la. Retirou a lira com cuidado da pequena maleta em que carregava, após deixar a pesada mochila das costas em um canto. Sorriu timidamente e, sem nada dizer, começou a tocar uma simples canção que aprendera há alguns dias. Sentia como se um fogo queimasse dentro de si, fogo que não incomodava, mas aquecia de forma acolhedora e através de sua música chegava àquela mulher que logo não chorava mais. Demorou-se mais alguns minutos, uma vez que era verão e o sol demoraria a se pôr. Ao retomar o caminho para casa, feliz por ver a mulher se despedir menos abatida, um homem apareceu ao seu lado, acompanhando os passos pequenos da criança.
- Como se chama meu jovem? - sua voz era calma e carregava algo que o menino não pôde reconhecer nas costas. Harumitsu continuou calado, não só por estranhar a presença mas também por ser tímido - Eu ouvi sua música e a achei muito bela. - continuou falando ainda que não obtivesse resposta - Há algo em você que olhos comuns não podem contemplar, mas que é muito necessário para os dias que estão por vir.
O menino continuava caminhando, olhando para o chão, sem entender as palavras do homem, mas sem se esforçar para perguntar também. Poderia ser um bêbado, apesar de não se sentir ameaçado pela presença de tal.
- Minha casa. - foi a única coisa que disse ao parar no meio de uma rua estreita.
- Não deverias desperdiçar o que tens, meu jovem. - sorriu amigavelmente - Mas paciência é um dom que tenho.
Viu o homem se afastar, perguntando-se se teria sido mais educado tê-lo convidado para entrar. Sua mãe sempre dissera que não deveria ser mal educado com os outros, e sempre que pudesse deveria ajudar. Aquele homem lhe deixara curioso, ainda que no momento não dissesse nada, o que, afinal, ele quis dizer com "desperdiçar o que tem"? Seria ele um professor de música de algum país europeu? Sempre soube que europeus eram estranhos e donos de grandes escolas de músicas. Talvez estivesse atrás de novos talentos... Ficou com os mesmos pensamentos por vários dias, ainda que não contasse o ocorrido a ninguém.
Agosto chegou logo após conhecer o tal homem que pensara ser algum professor de música, e com ele as férias de verão. Como todos os dias das férias voltava para casa trazendo algum bichinho consigo, dessa vez uma borboleta para sua mãe que estava doente. Assim que se aproximou de sua residência ouviu gritos, era sábado e seu pai estava em casa, mas nunca presenciou uma briga em seu lar, além disso havia uma terceira voz. Entrou correndo pela grande janela da sala, vendo sua mãe tossindo sangue devido ao nervoso, correu até ela sem notar quem mais estava presente.
- Mamãe? - disse com a voz tremula, deixando o vidro com a borboleta ao lado.
- Então é ele? - ouviu uma voz masculina que ficava entre a irritação e descrédito - É esse o meu filho que você escondeu?
Olhou para o homem alterado, sem entender o que acontecia, fisicamente se parecia muito com seu pai, mas podia notar como era muito mais agressivo. O pai de Harumitsu logo contou que era irmão mais novo do tal homem, que por sinal era seu pai verdadeiro e que forçara relações com sua mãe. Por não concordar com as atitudes do irmão ele resolveu ajudar a mãe de Harumitsu casando-se com ela e mudando para Fukui. Harumitsu viu seu verdadeiro pai possesso, dizendo querer vingança e sacando uma arma. Fora tudo muito rápido para uma criança de sete anos, em um momento estava feliz em um parque com seus amigos e no outro seu pai, ou aquele que pensara ser, estava baleado no ombro enquanto seu irmão mais velho continuava extremamente irritado. Sentia que ele iria matar todos naquela casa, sua respiração acelerou ao perceber que sua mãe estava desacordada por causa da febre, era período de férias e muitos vizinhos estavam viajando, ninguém ajudaria. Pensou em fazer alguma coisa, mas sentia-se incapaz, viu o homem de pé apontar a arma em sua direção antes de direcionar para sua mãe, fechou os olhos com força, tendo uma sensação parecida de quando tocava sua lira, mas dessa vez por sua vontade de proteger sua mãe. Como quando um som alto balança o corpo, foi o que sentiu sair de si. Ao abrir os olhos viu o homem com a arma na parede xingando alto por algo que ele não sabia. Afinal o que havia acontecido? Antes que pudesse procurar respostas aquele que chamara de 'professor de música' surgiu, ofegante, em sua casa. Fora aquele homem, o qual atenderia por mestre, que o ajudou com a situação. Foi ainda no hospital, próximo ao quarto de seus pais, que seu mestre contaria sobre Athena e a guerra santa, que aquilo que ele sentia era seu cosmo, e que ele deveria treinar para assim poder ajudar quem ele quisesse, proteger aqueles que amava e proteger a si mesmo. As palavras de sua mãe, os ensinamentos nipônicos, de honrar os antepassados e lutar por todos para assim ser útil, e sempre o primeiro e o melhor, ser íntegro e não desistir, o convenceram de tornar-se um cavaleiro.
Treinou durante anos, empenhando-se ao máximo. Em seu país a derrota é algo vergonhoso, se estava ali deveria então alcançar seu objetivo, não importando se as provas beiravam a insanidade. Assim conseguiu a armadura de lira, pensando não apenas nele mesmo, mas em todos aqueles que já lutaram pela deusa a quem agora servia.
Se algo acontecesse mostraria que realmente merecia a armadura, lutaria, conquistaria o que fosse preciso, pela sua honra.

**Como estava em dúvida de qual utilizar preenchi as duas formas**

Cavaleiros de Prata 350 pontos
Força: 50
Destreza: 100
Cosmo: 100
Inteligência: 100

Nome da técnica: Sweet Symphony
• Descrição: quando a lira é tocada o som de suas notas sai incrivelmente alto, criando densas massas de ar a sua volta que agem como escudo. É uma técnica voltada mais para defesa.
• Danos sobre o inimigo: sentirá grande irritação por causa do som, porém sendo impossibilitado de atingir Harumitsu mais por causa da massa de ar e som, do que pela irritação, que por sua vez atua no psicológico da vítima, deixando-a abalada, com tendências depressivas por 72 horas após o golpe. Ou seja, o som traz consequencias após a luta, enquanto que na hora age como defesa.
• Quantidade de cosmo gasto: 20%
• Quantidade de dano (em Hp e/ou Cosmo) : quanto mais cansada, ou emocionalmente abalada a vítima, maior o dano.

Nome da técnica : Lost Sonata
• Descrição: ao tocar a lira as cordas se desprendem e giram em torno de Harumitsu, quando este a utiliza como defesa. Ao preferir por ataque as cordas, cortantes, giram em torno da vítima, ao mesmo tempo que uma doce melodia é tocada fazendo seus reflexos diminuirem além da sensação de cansaço. As cordas giram até juntarem-se por completo, prendendo a vítima dentro de si como em um casulo, fazendo-a com que morra por asfixia por não conseguir mover-se. Lembrando que, por serem do mesmo tipo de cordas de "Stringer Fine", ao tentar lutar contra Lost Sonata, no momento em que gira em torno de si, a vítima pode sofrer danos.
• Danos sobre o inimigo: sua capacidade motora diminui drasticamente, sente fadiga e leve dificuldade para respirar devido ao movimento em torno de si e da música.
• Quantidade de cosmo gasto: 30%
• Quantidade de dano (em Hp e/ou Cosmo) : Relativo a reação da vítima, 40% inicial, podendo aumentar em 5% caso seja atingida por uma das cordas e mortal caso a vítima não consiga soltar-se do casulo.


Cavaleiros de Prata
Pontos de Cosmo Básicos: 650 (Deve ser distribuído entre as técnicas)
[Stringer Nocturne 150 , Stringer Fine 170, Death Trip Serenade 140, Sweet Symphony 60, Lost Sonata 130]
Pontos Extra: -
Atributos: 400 – Distribuídos a vontade entre os itens a baixo.
Agilidade: 60
Força: 40
Destreza: 150
Inteligência: 150
HP: 800
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Re: Armadura de Lira

Mensagem  Athena em Qua Fev 15, 2012 7:40 am

Perfeitamente aceito. No entanto, como Zeus roubou as armaduras, você ainda terá que treinar no santuário. E, caso se prove digno, realizará uma missão pela armadura de lira.
Possui também os demais poderes do cavaleiro de lira anterior.
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