Armadura de Grou.

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Armadura de Grou.

Mensagem  River Gottschalk em Qua Fev 15, 2012 8:47 pm

Desejo tentar a sagrada armadura de prata de grou.
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Re: Armadura de Grou.

Mensagem  Athena em Qui Fev 16, 2012 8:01 am

Tem sete dias para enviar a ficha ^^
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Re: Armadura de Grou.

Mensagem  River Gottschalk em Qui Fev 16, 2012 9:03 am

Nome: River Gottschalk. Mas prefere ser chamada de River, que não é seu verdadeiro nome.
Armadura: Grou
Sexo: Feminino
Data de nascimento: 19 de Dezembro de 1981
Nacionalidade: Descendente de Lemurianos – Himalaia.
Local de treinamento: Berlim - Alemanha
Signo: Sagitário
Idade: 21
Personalidade: River é uma incógnita. A mais perfeita representação de insanidade. É uma mulher que parece se animar com tudo. Inteligentíssima, por vezes fala coisas sem sentido. Pode parecer também meio infantil. É do tipo que se anima facilmente com as coisas, embora não o demonstre. Criativa, com um jeito para as ciências e o aprendizado. No entanto, tudo muda quando no campo de batalha. Ela deixa seu lado gentil e elegante de lado e assume uma postura defensiva, segura de si. Importa-se mais com os detalhes que com o todo em si. Observadora, ligeiramente isolada, prefere ficar na tranquilidade, lendo um livro. Não é do tipo que usa força bruta em lutas, mas sim a esperteza. Dificilmente influenciável, meio teimosa. Não hesitará em verter falsas lagrimas para conseguir o que deseja. De honra e orgulho inestimáveis.
Contudo, por trás da falsa alegria, seus olhos escondem uma tristeza forte. Um sentimento de culpa que a persegue desde a infância.
Quando não está treinando, gosta de ler. Não é muito sociável – leia-se, não é nada sociável – preferindo o isolamento. Contudo, adora conversar com pessoas, como diria ela, “com inteligência suficiente para fazer com que eu reavalie meus princípios”. No geral, prefere atividades intelectuais.

Aparência: Uma bonita mulher, com seus vinte e poucos anos. De pele clara, olhos mesclando um azul acinzentado. Lábios finos e um sorriso confiante. Mantém uma expressão seria no rosto. Magra, tendo por volta de 1,69 de altura. Longos cabelos negros, os quais ela usa meio ondulados na maioria das vezes. Normalmente presos em um coque, o que lhe dá uma aparente frieza.

Observações Especiais: Como lemuriana, possui poderes como teleporte, telecinese, entre outros.


História:

Ela veio com a noite.
A guerra.
Meu pesadelo real, que agora me atormenta nos sonhos. Sonhos solitários. De uma mulher solitária e culpada. Lembro como se tudo tivesse acontecido hoje. Ainda posso ouvir os gritos. Eles chamam por mim. Todos aqueles que eu não pude ajudar. Que morreram por mim. Nomes esquecidos. Mas os mortos nunca se vão pra sempre. Podemos lembrar-nos deles nos detalhes mais simples. São os detalhes que tornam nossa vida interessante.
Eu nasci há 21 anos atrás, no começo de Dezembro, nas redondezas do Himalaia. Sou uma lemuriana, mas não de Jamiel. Nasci num vilarejo de lemurianos que havia se afastado de Jamiel por diversas razões. Mas nenhuma dessas razões implicava em inimizade entre ambos. Enquanto o primeiro localizava-se entre o Tibet e a India, meu local de nascimento era mais próximo da China. Não que isso seja relevante agora, mas vocês precisam saber. Então eu nasci... Cresci...
Minha família era composta por mãe, pai, um irmão mais velho e alguns tios. Era uma família de mercadores, assim como quase todas as outras pessoas da vila. Ali viviam cerca de 200 lemurianos, isolados do mundo. Creio que eles achavam que naquele lugar esquecido eles teriam alguma esperança de paz. Mas não tiveram chance alguma de ter esperança. Ela veio com a noite.
Foi no primeiro no começo da primavera, quando eu faria sete anos. Não eramos um povo noturno. Era por volta das onze da noite e todos já estavam dormindo. Eu fui acordada por um som que eu dificilmente havia escutado por ali. Tiros.
- Mãe? – Chamei por minha mãe, ainda sonolenta. No entanto, foi meu irmão que veio por mim. Ele tinha quatorze anos na época. E nunca me esquecerei do olhar de pânico que ele me lançou.
- Estão tentando nos matar, Riya. – Ele tinha lágrimas nos olhos. – Nos matar! Eles nos odeiam!
-Eles? – Perguntei. Ainda que eu fosse jovem na época, eu sabia o que significava aquilo. Sabia o que significava a guerra. Lá fora, os tiros eram constantes, assim como os gritos. Meu irmçao me puxou pela mão e saímos pelos fundos da pequena casa de madeira. Uma vez do lado dr fora, eu vi o inferno diante de meus olhos. Os corpos jogados no chão. O sangue. Mais gritos de pavor. Todas aquelas pessoas no chão, eu as conhecia. Pessoas boas. Foram pessoas boas. Não tive mais de cinco segundos para visualizar tudo, meu irmão puxou-me mais uma vez. Corremos em direção as montanhas, visto que vivíamos no meio de um vale. Uma vez que tivéssemos escalado as montanhas, os agressores não poderiam nos alcançar. Nós eramos os verdadeiros senhores das montanhas. Segui com meu irmão por um pequeno caminho tortuoso. Sem parar. Sem olhar pra trás. Ele me ajudou a escalar. Rapidamente, alcançamos o cume de um pequeno paredão, que propiciava a vista de todo o vilarejo. Ou o que sobrara dele.
- O que está havendo? O que fizemos? – Perguntei amedrontada. No entanto, nenhuma lágrima saia de meus olhos, mesmo vendo tudo aquilo que eu conhecia cair diante de mim. – O que fizemos para merecer isso? É porque..Por que somos diferentes, não é?
- Talvez. Os estrangeiros nunca gostaram muito de nós. Eles temiam nossos poderes e se mantinham longe. Mas nunca se mostraram hostis. Não até hoje.
-E por que não revidamos? Nós podemos! Somos mais fortes que todos eles! Teleporte! - Essa ultima palavra eu gritei. E meu irmão levou a mão aos meus lábios, silenciando-me.
-Não funciona. Nossos poderes não funcionam. Parece que tem algum tipo de barreira..Algo que impede nossos poderes telecineticos de funcionar, Riya.
- Não pode ser. Nada poderia impedir nossos poderes.
Ele fez uma pausa, como se ponderasse o que falar. Escutamos o som de mais tiros. Agora era possível notar um grande incêndio.
- Um deus poderia.
- Um deus? Um deus como...como Athena? Athena da lenda contada pelos garotos que vieram de Jamiel?
O silencio de meu irmão foi resposta suficiente pra mim.
- Athena? Sério? Então elas nos odeia tanto que deixou a morte vir até nós assim? O QUE NÓS FIZEMOS AOS DEUSES? Não fizemos nada pra merecer isso!
Ele me abraçou. Foi o ultimo abraço que recebi na minha vida. Deveria saber que aquilo foi uma despedida.
-Athena está do nosso lado. Nosso povo tem servido a ela durante séculos, desde os tempos da remota Grécia. Ela irá te proteger. Se conseguir chegar a ela. O que aconteceu hoje foi obra de outro deus. – Ele sorriu. Um sorriso gentil. – Não chore.
-Eu não estou chorando. Eu não choro.
- Os tiros pararam. Vou ver o que aconteceu.
- Não vai não. Não pode me deixar aqui!
- Riya...Pode ser perigoso.
-Não temo o perigo.
Ele suspirou. Mas sabia que não havia porque reclamar comigo. Se ele não permitisse que eu fosse, eu o seguiria. E assim o fizemos. Caminhamos de volta aos destroços da vila. Toda aminha vida havia sido consumida por balas e fogo. Enquanto observávamos em silencio aquele cenário negro, ouvimos uma risada as nossas costas. Quando viramos, nos deparamos com uma estranha mulher, vestida de negro. Meu irmão deu um sorriso sarcástico.
- Então, você voltou.
- Sim. Após sete anos, aqui estou eu. Com toda a minha glória. E justiça.
-Justiça? Vinda de você? – Ele desafiou, posicionando-se a minha frente.
-E esta adorável garotinha as suas costas. Imagino que seja Riya, não é?
- Você não encostará as mãos nela! – Ele gritou em fúria.
- Do que ela está...? –Eu não compreendia o que se passava – Quem é essa mulher?
- Não te contaram, pequena? –Ela falava de um jeito meio infantil, sinistro. – Ninguém te contou que tudo isso começou por sua causa? Todos eles estão mortos por causa de você, pequena Riya.
- Não dê ouvidos à ela! Essa mulher é louca! – Meu irmão estava furioso.
- Posso ser louca, mas não sou mentirosa. – Ela sentou-se sobre um pedaço de madeira quebrado que anteriormente fora uma casa – Meu nome é Eris. Eu sou a deusa da discórdia. A justiça divina. Creio que isso te lembre algo.
- N-não.
- Não? Como não? Ah, essa história de novo? Vamos resumir porque eu acho tudo isso uma chatice... Sete anos atrás, Apolo previu uma coisa. Alias, ele previu apenas com cosmo pois ainda não estava entre nós. Uma garota nascida no começo de Dezembro na Terra Esquecida entraria da batalha como assassina de deuses. Era mais ou menos isso. Mas enfim...Eu vim aqui sete anos atrás pra te levar. E adivinha só! Ninguem permitiu isso! Todos aqui te protegeram. E eu não pude fazer nada porque você tinha o Selo de Athena. As malditas crianças que nascem aqui não podem ser tocadas por outros deuses. A não ser que caiam em desgraça!
-Desgraça?
-Que matem. – Meu irmão respondeu.
-Eu nunca matei...
- Ah! Matou sim! Matou! Você acabou de assassinar mais de 200 pessoas esta noite!
-...Não. Eu não matei. Eles morreram por causa dos estrangeiros. Dos invasores. Os tiros...
-Está vendo alguém aqui além de mim?
- Não. Mas havia...havia...
- Morram pra te salvar. Morreram por você. Você os matou. Sete anos e já é uma bela de uma assassina do próprio povo! – Ela riu histericamente. Os olhos roxos brilhantes inflamados em ira.
- É mentira! Eu não fiz nada! NÃO FIZ NADA! –As lágrimas começaram a verter em meu rosto. Sentia uma força despertar em mim. Uma força que eu não sabia possuir. Ela se juntara aos meus poderes telecinéticos. Ao meu redor, pedaços de madeira e corpos, estremeciam e flutuavam lentamente.
- Tick Tock
Goes the clock
And all the years they fly
Tick Tock
And all to soon
Your love will surely die...


Ela cantou.
- Esse era o final da profecia. Entede? Quem você ama morre. E sempre será assim. Mas...Você é mesmo poderosa. Deveria ter orgulho de sua irmão, garoto. Sete anos. Poderosa. Assassina do próprio povo. E morta. –Foi quando ela se virou para meu irmão e gritou. Ele havia se aproveitado da distração de Eris e se jogado em cima dela. Os dois foram ao chão.
-RIYA! A barreira se foi! Os poderes estão funcionando! Salve-se!
E ele sumiu. Sumiu junto com Éris. Nunca mais vi nenhum dos dois. Nunca mais chorei.
Eu era uma assassina. Sangue fora derramado por minha culpa. E agora eu fugia do campo de batalha.
Teleportei-me para a vila mais próxima. Não contei a ninguém o que acontecera. Vaguei pelas ruas e uma bondosa família me chamou para ficar com eles. Gente simples. Gente simples que não merecia ter o lar sujo por uma assassina como eu. Não fiquei ali. Apenas jantei e fugi. Não me permitiria dormir e levar destruição para outras famílias. Foi assim que eu vivi até meus dez anos. Correndo por ai. Ou melhor, me teleportando. Eu furtava comida. Quando necessário, me passava pela garota coitadinha e faminta. Eu conheci muitos lugares. Muita gente. Oh, mas não pense em mim como uma ladra. Eu ajudava. Usava meus poderes sem que soubessem para trazer paz a quem precisasse. Acho que na verdade eu buscava uma forma de me redimir.... Mas a culpa sempre foi uma companhia.
E então aconteceu. Também aconteceu numa noite. Eu conheci meu mestre. Se é que se pode chamar aquilo de mestre. Ele me achou na rua. Ou melhor, eu o achei. Pois ele estava tão bêbado que nem conseguia andar; jogado em um beco. Àquela época eu andava pela Romênia. Não sei falar o que aconteceu. Sei que nossos cosmos se encontraram aquela noite. Finalmente, alguém que parecia enxergar o mundo da mesma forma que eu. E então ele se apresentou e começou a me treinar.
Mentira. Gostaria que tivesse sido assim.
Na verdade, quando ofereci ajuda àquele homem bêbado, ele tentou me roubar. Só que apesar de minha pouca idade – beirando os 10 anos – eu não era idiota. Havia aprendido a lição mais importante. A sobreviver. A não confiar plenamente.
Após uma breve discursão envolvendo meu dinheiro, ele acabou me puxando e derrubou o chapéu que eu usava. Entenda, as pessoas não estão acostumados a ver uma pessoa sem sobrancelhas por ai. Eu utilizava o chapéu como um disfarce. Ele me encarou surpreso; enquanto eu tentava balbuciar alguma desculpa qualquer como “ Não viu que a nova moda é tirar totalmente as sobrancelhas?”. Só que ele foi mais rápido.
- Lemuriana?
- Eu...
-Lemuriana!!! É uma lemuriana criança! Quem iria imaginar! Isso é....extraordinário!
- Você sabe sobre mim?
- Eu costumava conhecer um. Infelizmente os tempos não são mais os mesmos...Lutei lado a lado com ele, na ultima guerra.
- Guerra? Que guerra?
-Santa! Onde você andou nos últimos tempos, criança? Eu sou o bravo cavaleiro de prata de Altar! – Ele cambaleou.
- Bravo e bêbado...
- Sim. E agora vamos. – Puxou-me pelo braço.
- Vamos...Pra onde? Largue-me!
- Treinar, ué! Lemurianos nasceram para a batalha! Espero que você mate muitos deuses.
Um flashback de Eris dizendo exatamente aquilo.
- Não! Eu não vou ajudar em batalha. Não sei lutar. Todos os que tentam me ajudar acabam morrendo!
- Você tem potencial, garota. Mas não irei força-la. – Ele finalmente largou meu braço.- Se quiser deixar seu nome na história, procure-me. Procure-me em Berlim. O nome é Gottschalk!
E assim ele sumiu na noite.
Não preciso dizer muito. As estrelas brilhavam mais naquela noite. Um mês depois, eu batia a porta da mansão Gottschalk no interior de Berlim. Ele me recebeu animadamente, dizendo que sabia que eu estava chegando. E então meu treinamento começou.
Não apenas físico, mas também mental. Intelectual. Ensinou-me a usar meus poderes psíquicos. Ele me tratava como uma filha. Tanto que até permitiu que eu usasse seu sobrenome. Ensinou-me novas técnicas pra sobreviver. E ali eu refiz minha personalidade. No calor da batalha, você precisa fingir ser aquilo que não é.
Agora eu chego ao Santuário, para lutar por meu lugar de direito nos campos de batalha. Para lutar pela armadura de Grou que clama desesperadamente pelo meu nome.
E a musica. Aquela melodia continua assombrando meus pesadelos. Eu canto como se chamasse minha propria morte.
- Tick Tock
Goes the clock
And all the years they fly
Tick Tock
And all to soon
Your love will surely die...

Técnicas:
• Nome da técnica : Big Bang Ending
• Descrição: Uma técnica poderosa e perigosa para ser usada. Apenas em momentos de real necessidade. Pode ser usada a qualquer hora. E é indicada apenas pelo sumiço do brilho nos olhos de River, como se ela estivesse sendo controlada por outra coisa. Emite sobre o corpo do adversário uma onda de força equivalente à força necessária para o começo de tudo. De energia e potência equivalente a fagulha inicial, que “começou” o universo, ou seja, ao Big Bang.
• Danos sobre o inimigo: Provavelmente detona como uma bomba todo o interior do adversário, principalmente seu coração e cérebro. Golpes de retardamento temporal usado contra ela não tem efeito, visto que a época do Big Bang o tempo era relativamente estático.
• Quantidade de cosmo gasto - -
• Quantidade de dano (em Hp e/ou Cosmo)

Técnicas:
• Nome da técnica : Russian Roulette
• Descrição: Esse golpe apresenta quatro variações, correspondentes aos quatro elementos naturais – agua, fogo, terra e ar. Uma técnica lançada também mentalmente, fica a cargo de River escolher com qual elemento ela irá atacar.
• Danos sobre o inimigo: Earth Roulette – O corpo do inimigo petrifica, semelhante a uma estátua. Water Roulette – Apesar do nome, essa variação drena todo o liquido do corpo do adversário, parando seus órgãos e interrompendo todas as funções vitais de seu corpo. Fire Roulette – Simplesmente queima o adversário internamente, fazendo com que ele sinta uma dor tão profunda que implore pela morte. Wind Roulette – Faz o cosmo do rival sumir, como se tivesse sido soprado por uma forte brisa.
• Quantidade de cosmo gasto - -
• Quantidade de dano (em Hp e/ou Cosmo)

Características Especificas de Combate:

Força: 20
Destreza: 70
Cosmo: 60
Inteligência: 150
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Re: Armadura de Grou.

Mensagem  Athena em Qui Fev 16, 2012 6:31 pm

Bem vinda ao serviço de Athena! Também possui os outros ataques da Yuzuriha, assim como os poderes telecinéticos.
Lute por sua armadura, pois Zeus a levou...
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