Sapuris de Benu

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Sapuris de Benu

Mensagem  Luc de Benu em Qua Dez 21, 2011 10:50 pm

Venho humildemente solicitar a sapuris de Benu para que possa servir a Hades.
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Re: Sapuris de Benu

Mensagem  Pandora em Qua Dez 21, 2011 11:26 pm

Tens sete dias para enviar a ficha.
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Re: Sapuris de Benu

Mensagem  Luc de Benu em Seg Dez 26, 2011 3:33 pm

Nome: Luc Arion
Título da Sapuri: Benu-Estrela Celeste da Violência
Sexo: Masculino
Data de nascimento: 15/2
Nacionalidade: Grego
Local de treinamento: Grécia
Signo: Aquário
Idade: 18 anos
Personalidade: Luc é alguém que se irrita facilmente. Dificilmente tira a expressão séria do rosto. Gosta de ter responsabilidades para não ter muito tempo para pensar em outras coisas. Mesmo assim, não é um sujeito grosseiro e difícil de lidar. Na realidade, pode até demonstrar ter um bom humor, embora sempre mantenha a postura.
Aparência: Possui altura mediada, 1,80. Cabelos negros e curtos, olhos verdes escuros que podem parecer quase negros no calor da batalha. Pele levemente morena, devido ao sol grego. Seu corpo não é muito musculoso, dando lhe uma aparência erroneamente frágil.

História: Luc nasceu em uma família rica. Ele não tinha do que reclamar, estava acostumado a ausência do pai, as festas formais de negócios, o fato da mãe trocar poucas palavras com ele e coisas do tipo.
As coisas começaram a mudar quando ele tinha 8 anos e seu pai fora assassinado na beira da estrada quando voltava de uma de suas viagem de negócio. Ele não chorou pela perda. Não porque não sentia nada pelo pai, afinal, era seu sangue, mas porque sua mãe parecia prestes a quebrar com a menor brisa, depois que recebera a notícia da morte do marido e ele precisava ser forte por ela, embora os dois não se dessem muito bem.
Luc havia aprendido o básico sobre o mundo dos negócios com o pai, mas não poderia tomar a direção da empresa da família até ser maior de idade. Teve que se contentar a ver tudo de longe enquanto o tio Féres , irmão mais novo de seu pai, tomava as rédeas da empresa. Luc nunca confiara plenamente no tio. Não conseguia explicar direito para si mesmo na época, mas mais tarde conseguiria reconhecer o que o incomodava: o tio parecia ser acomodado, parecia ficar sempre espreitando pelos cantos e regularmente apresentava uma luz sutil de ambição no olhar. Aquilo lhe dava arrepios, quando ele parava para pensar. Nos meses seguintes, Féres começava a achar realmente que mandava em tudo e em todos, inclusive em Luc.
A mãe não parecia se importar, pelo contrário, ela parecia se sentir bem com o cunhado ao lado. Por vezes Luc o vira a consolando, conversando baixo com ela. Ainda assim, a presença do homem o incomodava.
No dia de seu aniversário de 10 anos, sua vida sofreria outra reviravolta: incomodado com a demora da mãe no café da manhã, Luc resolveu acordá-la. Dormir até mais tarde não era do feitio dela. Nada poderia tê-lo preparado para aquela cena: o corpo inerte da mãe no meio do lençol sujo de sangue. Sangue que havia jorrado de cortes em seus pulsos. Ele teve vontade de vomitar, mas não conseguia sequer se mexer. Minutos depois, enquanto o corpo dela era retirado da casa, ele nem soubera dizer como havia ido parar no próprio quarto. Isso nem era importante. Ele não sabia o que pensar, não queria realmente pensar.
“Sua mãe lhe deixou isso”. Ouviu a voz do tio que adentrava o quarto. Luc sentiu vontade de soca-lo, embora não soubesse o motivo. Às vezes ele mesmo se impressionava com sua capacidade de se irritar facilmente com outras pessoas.
Pegou o bilhete suicida das mãos de Féres sem encará-lo. O tio se afastou lentamente e deixou uma frase solta no quarto abafado antes de sair: “Então somos só eu e você...”
Luc resolveu ignorá-lo e colocou-se a ler a carta. Nela a mãe pedia desculpas repetidamente, ele não esperava algo diferente. Uma única frase chamou sua atenção: “Só na morte alguém pode encontrar a plena paz, por isso me entrego a ela como se ela fosse minha única amiga.”. Ele nunca havia pensando na morte por esse prisma...
Os dias passaram e Féres se sentia ainda mais a vontade. Luc temia pelos negócios do pai. Além disso, acidentes estranhos pareciam acontecer a seu redor: a estátua enorme do jardim que quase caíra em cima dele – por sorte é como se algo nele tivesse pressentido o perigo –, a sela do cavalo que havia se desprendido no meio da cavalgada lhe rendendo alguns hematomas pelo corpo etc.
Mas o dia derradeiro foi aquele em que o carro em que estava voltando da escola foi assaltado por bandidos de beira de estrada. O motorista fora morto na sua frente e, quando parecia que iria levar uma facada também, por algum motivo o homem a sua frente ardeu em chamas negras, o que fez os outros dois o olharem em pânico – aquilo fora culpa dele? – e em seguida fugirem.
Luc voltou para casa a pé atordoado e com um cansaço físico inexplicável. Ao passar pelo quarto do tio, pode ouvi-lo no telefone falando impropérios para alguém.
“Saiba que só não lhe mato porque você me foi útil no ano passado quando tirou aquele idiota do meu irmão do caminho!” Luc engoliu seco e parou junto a porta. “Agora suma da cidade que se alguém descobrir o que houve hoje, vou tornar a sua vida um inferno! Cale-se que estou falando e PARE DE INVENTAR BESTEIRAS!” Luc ficou paralisado pelo choque e pelo ódio. Aquele homem... aquele...
Conseguiu voltar a si quando ouviu o telefone ser desligado, mas o pior ainda estava por vir. Ouviu Féres murmurando para si mesmo: “Acho que terei que tentar convencê-lo a se matar também...Meu filho...”.
Luc correu para fora da mansão. Sem direção definida. Sem saber o que pensar. Seu espanto transformando-se em ódio contra si, só de pensar que era realmente... Não. Ele não queria ter que pensar naquele fato.
“Oras, não vou precisar procura-lo, isso é muito conveniente.”
Luc parou de súbito, olhando para um homem alto, musculoso e loiro a sua frente. Nem havia reparado que estava de volta ao local da tentativa de assalto. O carro ainda estava lá, com o corpo do motorista ensanguentado aparecendo pela porta aberta. O corpo carbonizado de um dos ladrões no chão, o homem misterioso agachado a seu lado, como que examinando-o.
“Sinto o resquício de seu cosmo neste corpo.” Luc não respondeu. Não sabia do que ele estava falando. “Você tem poder garoto. Posso treiná-lo se assim desejar.”
Luc permaneceu imóvel. Ouvia aquele estranho, mas realmente não o ouvia. O julgava um louco sem sentido.
“Sinto ódio no seu cosmo. Isso pode ser aproveitado.” Sorriu malicioso finalmente se aproximando do garoto. “Poderá aplacar seu ódio com seus poderes se me permitir treiná-lo. Pode punir as pessoas com seu cosmo.”
“Punir...” Luc repetiu mais para si mesmo do que para aquele estranho. A imagem de Féres veio em sua mente. “O que quer em troca?” perguntou com um estranho brilho no olhar. Se tivesse um espelho, veria que era o mesmo brilho ambicioso que Féres apresentara tantas vezes.
“Sua lealdade.” Foi o que o homem respondeu.
Assim Luc começou seu treinamento. Todos os dias. Após a escola. Nos fins de semana, nos feriados. Cada vez que encarava o tio – resolvera ignorar o fato de que aquele homem era seu pai – sentia seu cosmo ferver, praticamente pedir para que ele o fritasse ali mesmo.
5 anos se passaram até que ele pudesse usar o cosmo com perfeição. Seu mestre o julgou pronto para vestir uma das sapuris em nome de Hades.
Luc decidiu que seu último ato no mundo dos homens seria acabar de vez com Féres. O encurralou em seu quarto enquanto este se divertia com uma prostituta qualquer. Todo legado de seu pai de criação gasto com jogo, prostituição e trapaças.
“Chegou a minha vez, meu caro tio.” Declarou friamente para o homem ali deitado que só o encarou com desdém. Luc projetou uma espada formada de chamas negras e o Féres o olhou espantado. A prostituta a seu lado segurou a respiração, desorientada.
Féres foi acertado em cheio por um golpe da espada no peito. As chamas começaram a queimá-lo e ele gritava em desespero. A prostituta correu para fora do quarto gritando em desespero. Luc não tirou um minuto os olhos do homem agonizante.
“Tenha piedade! Eu sou seu pai!” Féres tentou salvar-se apelando para a compaixão do garoto a sua frente. Compaixão que Luc já não tinha há muito tempo. O tio se aproximou engatinhando arfante, segurando as vestes de Luc, ajoelhou-se para encará-lo nos olhos. “Tenha piedade, meu filho...”.
“A morte é algo bom demais para alguém como você. Matá-lo seria abreviar seu sofrimento e eu quero vê-lo sofrendo!”. Sentou-se em uma poltrona ao lado da cama até Féres finalmente morrer aos poucos em agonia.

“Feito?” perguntou o mestre, que o esperava fora da rica casa.
“Estou pronto. Pronto para me entregar ao mundo de que você tanto fala.” O mestre sorriu. “Estou pronto para me entregar onde impera aquela que é minha única amiga.”.

Técnicas:

• Nome da técnica: Espada de chamas infernais
• Descrição: Técnica utilizada em combates diretos, um tipo de técnica que Luc prefere não usar, pois a desenvolveu tendo em mente uma morte lenta para o tio. Benu cria uma espada formada de chamas negras, que se atingem o adversário, faz com que a parte do corpo atingida sofre não somente com o corte proporcionado pelas chamas, mas também com o fato desta parte sofrer com o ardor das chamas negras.
• Danos sobre o inimigo: Provoca uma dor intensa por causa do corte e do calor das chamas sobre o ferimento. Diminui a resistência física do adversário a cada golpe dado.
• Quantidade de cosmo gasto: 30%
• Quantidade de dano (em Hp e/ou Cosmo): 10% de HP a cada golpe certeiro.

• Nome da técnica: Outmind Revivor
• Descrição: Cria uma ilusão roubando a imagem da pessoa mais querida do adversário e a projeta com fidelidade diante dele, fazendo-a em seguida arder em chamas negras.
• Danos sobre o inimigo: A dor é mais psicológica do que física. A reação do adversário vai desde o choque, o que o impede de se defender de um próximo golpe, até o desespero, que dá a oportunidade do espectro atacar.
• Quantidade de cosmo gasto: 20%
• Quantidade de dano (em Hp e/ou Cosmo): 30% de cosmo

Características Especificas de Combate:

• Estrelas Celestes (400 pontos)

Força: 100
Destreza: 90
Cosmo: 110
Inteligência: 100
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Re: Sapuris de Benu

Mensagem  Hades em Seg Dez 26, 2011 10:20 pm

Aceito.
Lembre-se que além de suas técnicas, ainda tem todas as outras de Kagaho de Benu.
Bem-vindo ao meu exército.

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