Sapury de Grifo

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Sapury de Grifo

Mensagem  Mirella de Griffon em Qui Dez 15, 2011 10:34 pm

Saudações, eu desejo servir ao grande Deus Hades, como guardiã da Sapury de Grifo. Peço que me permitam ter essa honra!
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Mirella de Griffon

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Re: Sapury de Grifo

Mensagem  Hades em Sex Dez 16, 2011 6:44 am

Mande a ficha do personagem em no máximo sete dias.


Última edição por Hades em Qui Fev 16, 2012 9:47 am, editado 1 vez(es)

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Re: Sapury de Grifo

Mensagem  Mirella de Griffon em Qua Dez 21, 2011 2:28 pm

Sinto muito pela demora, ai esta a ficha completa, espero que gostem. cherry

Nome: Mirella Sycallis
Título da Sapuri: Griffon
Sexo: Feminino
Data de nascimento: 28/08/1991
Nacionalidade: Romani (Povo cigano)
Local de treinamento: Espanha
Signo: Virgem
Idade: 20

Personalidade: Bem humorada e sarcástica, leva tudo de modo leve, sem se deixar preocupar por coisas pequenas. Responsável, embora levemente inconseqüente, não mede esforços para atingir seus objetivos. Inteligente e esperta, dona de uma língua ferina e um grande senso de justiça, acredita no melhor das pessoas, mas não tem nada de ingênua, embora saiba fingir muito bem. Não gosta de pessoas demasiadamente estressadas ou mal-humoradas, costuma implicar com elas, visto que é extremamente debochada, porém cumpre seu dever com orgulho, sendo responsável com seu trabalho. Raramente é vista sem um discreto sorriso sarcástico.

Aparência: 1,78m de altura, corpo definido pelo treinamento, com curvas proporcionais. Pele muito branca e cabelos prateados, ondulados e compridos, na altura da cintura, em um corte repicado, com algumas mechas emoldurando o rosto fino, levemente ovalado. Olhos num tom de castanho quente, quase rubro, chegando a parecerem vermelhos durante as batalhas, que brilham afiados, como se ela soubesse algo que ninguém mais sabe, e boca bem desenha, sempre tingida de vinho escuro. Possui uma tatuagem de um grifo nas costas, com asas abertas em pleno vôo e um símbolo cigano, que representa força e proteção, no pulso.

Observações Especiais: Devido a sua Ascendência cigana, Mirella domina o oráculo chamado de espelho negro, sendo capaz de descobrir mistérios referentes ao passado e ao futuro, assim como respostas de enigmas detalhes sobre as pessoas/Deuses (obviamente, quanto mais forte a pessoa ou mais secreto for o segredo, mais difícil de visualizá-lo, podendo o espelho mostrar apenas sombras ou até nada, de acordo com a situação), consultando o espelho que fica em seus aposentos. Estrela da Nobreza, responsável pela guarda da primeira prisão, a morada do juízo.

História: Nascida num acampamento cigano, Mirella, como todas as crianças, foi criada e amada por todos os adultos do grupo, aprendendo com cada um deles. Sua mãe, Amara, uma cigana bela, de cabelos castanhos lisos e olhos cor de chocolate intensos, era uma talentosa dançarina e se apresentava nas praças das cidades em que a caravana passava, arrecadando boas quantias de dinheiro. O pai de Mirella também era um cigano, René, de cabelos prateados como a lua e olhos violetas, era um excelente espadachim e mestre nos jogos de azar, conquistando recursos para o grupo através de apresentações e apostas com os moradores locais.

Nascida do amor de Amara e René, Mirella cresceu amada por seus pais, que sempre lhe contavam as histórias dos povos antigos, antes de dormir. Certa noite, quando Mirella tinha por volta de sete anos, seu pai lhe contava a história de Orfeu e começou a descrever o Deus Hades:

- Então o cruel Deus do Submundo, disse ao apaixonado Orfeu que levasse sua amada, mas que não deveria olhar para trás, pois se olhasse, Orfeu e Euridice passariam a eternidade no submundo... - Quando terminou a história, a menina olhava para o pai séria, claramente pensando em algo que a perturbava. - O que houve, princesa?

- Eu não concordo com o senhor. - Ela disse direta, deixando o pai confuso. Percebendo, ela explicou. - O senhor disse que Hades era um Deus cruel, mas ele só me pareceu justo. - Pontuou ela.

- Justo? Ele condenou aqueles amantes a uma eternidade no submundo! - Exclamou o pai.

- Não condenou não! - Retrucou a pequena sem pestanejar. - Ele avisou: "Não olha pra trás", o idiota foi e olhou. Resultado? A Eu... Euridic... A mulher lá virou pedra e ele ficou preso no submundo. Se ele tivesse feito como Hades falou, ambos poderiam ir embora. - Concluiu, como se decidindo a questão.

- De qualquer modo, ele é o Deus dos mortos, querida. - Falou o pai, sem querer perder a discussão pra filha.

- Vovó Morgana diz, que só os idiotas temem a morte. - Falou, fazendo o pai sentir como se tivesse tomado um tapa. - Um Deus relacionado aos mortos só pode ser temido por aqueles que não entendem a morte, ou seja, idiotas. - Concluiu simplesmente.

René ainda ficou um tempo, olhando a expressão satisfeita da filha, que parecia um gato que apanhara o rato. Por fim, deu uma risada satisfeita, bagunçando o cabelo dela, tão igual ao seu próprio.

- Esta certo, acho que você tem razão. Agora é hora de dormir, minha pequena juíza!

Esse foi o primeiro contato da menina com o nome de Hades, durante anos ela se interessou por magia e os mistérios do outro mundo, sendo treinada pela mais velha cigana, chamada por todos de Vó Morgana, nas artes do ocultismo e da adivinhação.

Quando tinha 13 anos e já dominava a técnica do espelho negro, além da dança, embora não tão bem quanto sua mãe. Enquanto andavam pela região nordeste da Espanha, próximo a França, conheceu um homem chamado Ivan, que pediu para se juntar ao grupo deles. Embora desconfiados, os adultos receberam o estranho, e ele lentamente tornou-se parte do bando. Mirella ficou fascinada com o homem, loiro de olhos azuis, que dizia ser russo e conhecia lugares do mundo onde ela nunca havia estado, embora ele não aparentasse ter mais de 30 anos, além da habilidade dele com o chicote que sempre levava preso a cintura. Dia-a-dia ela o perturbava para contar histórias e mostrar técnicas e, aos poucos, ele também foi se afeiçoando a ela. Ofereceu-se para ensiná-la a lutar e ela aceitou satisfeita.

Amara e René, embora a princípio estivessem apreensivos quanto a proximidade da filha com o estranho, foram tranqüilizados pelas palavras de Morgana: "Deixe que ela siga o caminho dela."

Dia-a-dia, Mirella treinava com o chicote, orientada por Ivan, e ia crescendo, se tornando uma bela mulher. Porém, no ano em que completou 16 anos, enquanto andavam pela Alemanha, quando voltou para o acampamento satisfeita com os lucros obtidos com suas adivinhações, recebeu a notícia de que seus pais haviam sido mortos. Em choque, sem acreditar no que lhe era dito, foi levada até uma tenda onde os corpos de seus país estavam sendo preparados para o enterro. Os dois corpos estavam muito machucados, sua mãe possuía marcas de mãos em seus braços e pernas e furo no peito, na altura do coração, seu pai não estava em melhor estado, com o rosto marcado por golpes fortes, o super-cílio tinha sido aberto, a causa mortis era clara, um enorme rasgo em sua garganta. Horrorizada com a imagem, todas as cenas de momentos alegres e mesmo as pequenas brigas que tinha com seus pais passaram na mente da jovem, formando um nó em sua garganta, mas Mirella engoliu o choro e exigiu saber o que havia acontecido.

Segundo os outros, sua mãe estava dançando quando foi agarrada por um homem que queria estuprá-la, seu pai, que teve sua atenção voltada para a cena devido a um grito da esposa, empunhou sua adaga e foi enfrentar o criminoso, mas este puxou um canivete e começaram uma luta. Querendo ajudar o marido, Amara tentou segurar o homem que tentou estuprá-la, mas um dos companheiros do bandido puxou uma arma e lhe deu um tiro, acertando-a no peito. René, desesperado, tentou ir em direção a esposa e o criminoso se aproveitou da distração dele para cortar-lhe a garganta. Vendo o grupo de curiosos que havia se formado, os criminosos fugiram, sem que ninguém tivesse coragem de impedí-los, enquanto o casal agonizava. Quando o socorro chegou, já era tarde de mais.

Mirella ficou devastada, como se sua alma tivesse saído de seu corpo, durante três dias não comeu ou dormiu, permanecendo sentada na frente do tumulo de seus pais, sem derramar uma lágrima, ninguém conseguia tirá-la dali. No quarto dia, Ivan sentou a lado dela, oferecendo-lhe um pedaço de pão, que ela pegou sem parecer saber o que fazia.

- Sabe, existem pessoas terríveis nesse mundo... - Ele começou. - Pessoas tão monstruosas, que algum ser mais poderoso poderia pensar que o melhor seria destruir esse mundo, jogando-o em uma completa escuridão. - Ele parou de falar, desviando o olhar dos túmulos e olhando para a garota, e deu um meio sorriso, vendo-a olhar para si. - Porém ainda existem pessoas boas nesse mundo, pessoas que se preocupam com os outros, que acolhem estranhos. - Ele sorriu, e Mirella sorriu de volta, sabendo que ele se referia ao seu grupo, que o acolhera. - Não seria justo que essas pessoas generosas, pagassem pelos erros dos outros, certo?

- Mas aqueles que cometem crimes deveriam ser julgados e receber o merecido. - Ela falou, a voz rouca pela falta de uso.

- Você quer se vingar desses homens? - Ivan questionou, olhando sério para ela.

Passaram alguns minutos em silêncio, em que Mirella tornou a olhar para a sepultura de seus pais, sem, no entanto parecer estar realmente ali. Então ela voltou seu olhar, novamente, para o russo e respondeu:

- Não, eu quero justiça. Na natureza, a gente recebe de volta o que dá, alguém que traz sofrimento as pessoas e não respeita os outros, não merece ser respeitado e merece receber de volta esse sofrimento. Isso é justo, isso é uma troca equivalente. - Ela suspirou. - Infelizmente, a justiça humana não é isenta de falhas e os homens que fizeram isso aos meus pais dificilmente receberão o que merecem.

- E se eu te oferecesse a oportunidade ser realizar esse julgamento? - Ivan sorriu levemente, vendo o brilho de interesse nos olhos da garota. - E se eu te dissesse que você pode ter o poder para fazer com que cada ser humano receba o que merece?

- Eu te perguntaria, o que quer em troca? - Ela falou, sem hesitar.

Com um sorriso satisfeito, Ivan contou a Mirella a história de Hades e seus espectros, das guerras santas anteriores e do resultado de seu embate com Athena. Por fim, concluiu:

- Você é forte, Mirella, tem uma energia superior a dos seres humanos normais. Quando eu te conheci, você tinha 13 anos e já dominava o espelho negro, nestes três anos que estou aqui, você aprendeu a usar o chicote quase tão bem quanto eu. Se aceitar, eu irei treiná-la para tornar-se uma juíza de Hades e, se sobreviver ao treinamento, te entregarei a sapuri de Grifo, da estrela da Nobreza. O que me diz?

A jovem ficou em silêncio, a história que Ivan lhe contava era surreal de mais, porém algo nela a fazia ter certeza de que era verdadeira. Por fim, ela sorriu, o comum sorriso sarcástico que sempre lhe enfeitava o rosto e que não aparecia desde o assassinato de seus pais.

- Eu aceito sua proposta. - Ela falou, estendendo a mão, sem medo, quando Ivan retribuiu o aperto, ela sentiu uma energia firme circular seu corpo, fazendo-a entender que acabara de selar seu destino.

Naquela noite, ela foi falar com Morgana, contou-lhe toda a história, pois sabia que podia confiar na senhora, e se despediu. A velha cigana, sorriu conformada, demonstrando já saber que isso aconteceria.

- Leve os punhais de seus pais. - Falou, entregando a ela um par de punhais gêmeos de prata, com cabos em Madri pérola. - E lute sempre determinada a viver, jamais pronta para morrer.

Mirella abraçou a velha cigana que tanto lhe ensinara e, finalmente, chorou, chorou até soluçar, sendo consolada por ela. Quando se acalmou, deu um beijo na bochecha da senhora, recebeu outro na testa, e se despediu, partindo em seguida.

Passou quatro anos nas montanhas, com Ivan, aprendendo a expandir e controlar seu cosmo, assim como desenvolvendo suas habilidades, força e destreza, treinava dia e noite, nas quatro estações do ano, muitas vezes sem ter nada para comer. Quando seu mestre a percebeu pronta, a levou até uma grande gruta, escondida aos pés de uma cachoeira e explicou:

- Essa é sua ultima prova, Mirella, se você puder ir até o fundo dessa caverna, encontrará sua Sapuri e se tornara a Juíza da Estrela Nobre, responsável pelo julgamento de todos que adentram os domínios de Hades.

Mirella respirou fundo e seguiu para dentro da caverna, depois de algum tempo andando, deparou-se com um imenso portal de pedra, com uma maçaneta em forma de mão humana, que se estendia para ela. Depois de tentar abrir a porta de todos os jeitos, Mirella entendeu que deveria ofertar algo para seguir em frente. Sem opção ofertou a adaga que fora de sua mãe, a maçaneta se fechou sobre a adaga e o portal se abriu, seguindo em frente mais um pouco, sentindo-se descer cada vez mais, Mirella encontrou mais uma porta e suspirou ao entregar a adaga de seu pai. Assim seguiu o caminho, cada vez ela se sentia indo mais fundo nas entranhas da terra e novas portas surgiram em sua frente, ao fim do percurso, estava nua e no centro de uma imensa camara, iluminada pela luz bruxuleante emanada pela Sapuri de Grifo. Caminhou em direção a armadura, porém ainda restava mais um obstáculo, na frente de Mirella, surgiu uma imagem de uma mulher igual a ela, porém de cabelos negros e olhos azuis, vestida com suas roupas e portando seu chicote e seus punhais, sorrindo sarcasticamente, a mulher falou:

- A Sapury será sua só, e apenas se, me derrotar. - Concluiu, empunhando o chicote.

Mirella hesitou, vendo aquela figura totalmente equipada, enquanto se encontrava completamente nua, podendo contar apenas com suas habilidades físicas e seu cosmo para lutar, pensou que devia ser impossível vencer, porém o desejo de receber a Sapury era tão grande que a fez jogar o medo no canto mais escondido da sua mente e entrar em posição de batalha. A luta começou e ela pode perceber que a imagem a sua frente possuía a mesma força que ela, mas sem retroagir continuou a lutar. Tentava acertá-la com socos e chutes enquanto sentia o chicote rasgar sua pele a cada golpe recebido, porém, embora cansada e ferida, ela não desistiu ou caiu.

- Desista! - Exclamou a imagem, acertando mais um golpe no ombro de Mirella e fazendo-a trincar os dentes para não gritar de dor.

- Nunca! - Retrucou a garota, acertando uma rasteira na imagem, que caiu no chão com o golpe, e ficando sobre ela, com a mão em seu pescoço.

- Arght, por que você não desiste?! - Exclamou a imagem, parecendo furiosa.

- Porque eu não deixarei que uma sombra me derrote, eu superarei meus medos e dificuldades! - Respondeu, sorrindo sarcasticamente, ao que a imagem retribuiu.

- Alguém que supere seus próprios monstros internos, sem abaixar a cabeça para ninguém, é digna da Sapuri de Grifo. - Decretou, desaparecendo em uma luz branca, que envolveu o corpo de Mirella.

Quando a jovem voltou a enxergar, estava usando a armadura de Griffon e seu chicote e punhais haviam retornado para sua cintura. Satisfeita, ela vestiu o elmo e retornou para a superfície, vendo Ivan se ajoelhar ao vê-la vitoriosa.

- Eu a saúdo, Grande Juíza Mirella de Grifo! - Falou solene e Mirella sorriu.

- Eu o agradeço pelos ensinamentos que me passou.

- Para onde vai agora?

- Me apresentar ao meu soberano! - Falou, abrindo um sorriso sarcástico.

Técnicas: • Nome da técnica: Mirror of Soul (Ataque mental)
• Descrição: Um espelho surge do peito de quem é atingido e nele é mostrado toda a vida da pessoa, ficando mais escuro a cada maldade cometida pela pessoa, se o espelho se tornar completamente escuro, ele se quebra, cortando o corpo da pessoa e abrindo um portal para a prisão correspondente ao crime da pessoa.
• Danos sobre o inimigo: Fica completamente paralisada enquanto o espelho exibe a vida da pessoa, sendo jogada na prisão corresponde aos seus crimes, caso seja considerada culpada e sofre os cortes provocados pelos cacos do espelho.
• Quantidade de cosmo gasto: 15%
• Quantidade de dano (em Hp e/ou Cosmo): 30% de Cosmo e 10% de HP.

• Nome da técnica: Cosmic Marionetion (Ataque Mental e Cosmo)
• Descrição: Inúmeros fios são lançados por meio de seu cosmo. Estes, uma vez aplicados ao corpo do oponente, oferecem todo o domínio, deixando com que o manipulador decida até onde este poderá viver. Pelo fato da técnica, uma vez aplicada, causar dores insuportáveis, o oponente não conseguira escapar. Os Fios são invisíveis a visão do oponente, por essa característica, a Marionete Cósmica pode ser feita sem ao menos o oponente perceber que foi pego
• Danos sobre o inimigo: Provoca graves danos ao oponente, deixando-o totalmente a mercê do controlador.
• Quantidade de cosmo gasto: 30%
• Quantidade de dano (em Hp e/ou Cosmo): 10% de HP em dano continuo, enquanto eu mantiver o controle da marionete. Quanto mais tempo ficar sob controle da marionete, mais hp perde.

• Nome da técnica: Gigantic Feathers Flap (Ataque cósmico)
• Descrição: : O bater de asas da Surplice de Grifo emana uma grande concentração cósmica de maneira a formar um verdadeiro furacão. Esse se expande até explodir em pura energia devastando o local em um ataque assustador.
• Danos sobre o inimigo: Provoca imenso dano físico ao oponente, podendo resultar em morte instantânea.
• Quantidade de cosmo gasto: 65%
• Quantidade de dano (em Hp e/ou Cosmo): 80% de HP.


Características Especificas de Combate:
• Juízes (600 pontos)
Força: 50
Destreza:150
Cosmo: 200
Inteligência: 200

Obs.: Se for aprovada, eu altero o meu nick para o nome da personagem, certo?

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Re: Sapury de Grifo

Mensagem  Hades em Qua Dez 21, 2011 3:48 pm

Parabéns, foi aprovada.
Só mude seu nome, para alguma coisa como "Fterá_Vrochí de Griffon".
Você poderá usar todas as suas habilidades durante a batalha, e também todas as outras de Minos.


Última edição por Hades em Qui Fev 16, 2012 9:47 am, editado 1 vez(es)

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Re: Sapury de Grifo

Mensagem  Mirella de Griffon em Qua Dez 21, 2011 9:07 pm

Obrigada, Grande Imperador. Sinto-me honrada em serví-lo. - reverência.
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Re: Sapury de Grifo

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